É muito legal trabalhar em um escritório em Londres... não sei nem como descrever a minha faceirice!
Esse é por pouco tempo, amanhã já acaba, mas já valeu a experiência!
Bem, o dia começou com nossos hóspedes saindo de casa às 5h da manhã, rumo à Paris.
Depois disso, fui encontrar com uma agente de empregos em um café, no centro da cidade.
Ela me conheceu, e já me mandou para a empresa que ela tinha previsto um trabalho freelancer, para 2 dias.
É uma empresa bem grande e bacana, que precisava de alguém para ajudar na organização de algumas coisas. Coisa essa que é meu metiê faz anos!
Passei o dia montando planilhas no Excell. E to tri feliz!
Um bom dia a todos amanhã.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
London, 10th February 2008
Acordamos depois do que esperávamos e fomos para Spitalfields!
Passeamos no Old Spitalfields Market, onde a Luísa e o Marco ficaram malucos com os livros baratinhos e com as roupinhas descoladas.
Da feira, rumamos para a Brick Lane, com uma parada estratégica em uma loja descoladérrima de CDs, que pertence a um selo de música também. Selo esse que lançou o Libertines. Ficamos horas na loja, e foi difícil arrancar eles de lá. Ainda mais sem nada nas mãos... mas primeiro dia de viagem, não dava pra já gastar todo o dinheiro, né?
Finalmente passamos pelo restaurante-bar-festa-sala de cinema 1001, lugar onde eu fui com a Cibele uma vez, numa mostra de curtas que sempre tem lá nas segundas, e que a Lu queria muito conhecer.
Então, todos com muita fome, fomos na outra feirinha que tem por ali, onde todos comemos das comidas mais variadas!
Pra variar, eu comi feijoada com guaraná, em uma barraquinha brasuca.
Os meninos foram na comida japa quentinha, e a Lu optou por um ethiopian veggie, que tinha uma cara interessante.
Saímos da zona do Spitalfields em direção ao Soho, onde estava tendo a comemoração do Ano Novo Chinês (esse é o ano do Rato), em Chinatown.
Pena que não sabíamos que teve uma parada pela manhã... e perdemos os fogos, mas deu pra eles conhecerem o Soho, e pra gente ver as ruas todas enfeitadas, cheias de gente e com algumas coisas típicas chinesas.
Demos uma passadinha na Piccadilly Circus, já pra matar essa parte, e até porque a noite ali é mais bonito, com os letreiros e tal.
Finalmente passamos pela Leicester Square (fala-se Leister, esquecendo o 'ces' que tem no meio!), e chegamos em Covent Garden - após uma paradinha estratégica no Café Nero, porque ninguém é de ferro, e as pernas estavam pedindo!
Eram 20h já quando encontramos a Mari em Covent Garden. Eles viram um pouquinho do mercado, mas o mais interessante mesmo era a premiação do BAFTA, o Oscar Inglês que estava acontecendo ali na Royal Opera House, e onde se podia enxergar a premiação em um telão e dava pra ver os carros dos famosos.
Por um probleminha técnico, eu voltei pra casa antes, e o pessoal ficou lá assistindo (o que eu assisti em casa depois, bem quentinha). Mas eles ficaram até o final, e viram uns famosos.
O Rômulo viu o nosso querido Dr. House (Hugh Laurie) entrando no seu audizinho.
Passeamos no Old Spitalfields Market, onde a Luísa e o Marco ficaram malucos com os livros baratinhos e com as roupinhas descoladas.
Da feira, rumamos para a Brick Lane, com uma parada estratégica em uma loja descoladérrima de CDs, que pertence a um selo de música também. Selo esse que lançou o Libertines. Ficamos horas na loja, e foi difícil arrancar eles de lá. Ainda mais sem nada nas mãos... mas primeiro dia de viagem, não dava pra já gastar todo o dinheiro, né?
Finalmente passamos pelo restaurante-bar-festa-sala de cinema 1001, lugar onde eu fui com a Cibele uma vez, numa mostra de curtas que sempre tem lá nas segundas, e que a Lu queria muito conhecer.
Então, todos com muita fome, fomos na outra feirinha que tem por ali, onde todos comemos das comidas mais variadas!
Pra variar, eu comi feijoada com guaraná, em uma barraquinha brasuca.
Os meninos foram na comida japa quentinha, e a Lu optou por um ethiopian veggie, que tinha uma cara interessante.
Saímos da zona do Spitalfields em direção ao Soho, onde estava tendo a comemoração do Ano Novo Chinês (esse é o ano do Rato), em Chinatown.
Pena que não sabíamos que teve uma parada pela manhã... e perdemos os fogos, mas deu pra eles conhecerem o Soho, e pra gente ver as ruas todas enfeitadas, cheias de gente e com algumas coisas típicas chinesas.
Demos uma passadinha na Piccadilly Circus, já pra matar essa parte, e até porque a noite ali é mais bonito, com os letreiros e tal.
Finalmente passamos pela Leicester Square (fala-se Leister, esquecendo o 'ces' que tem no meio!), e chegamos em Covent Garden - após uma paradinha estratégica no Café Nero, porque ninguém é de ferro, e as pernas estavam pedindo!
Eram 20h já quando encontramos a Mari em Covent Garden. Eles viram um pouquinho do mercado, mas o mais interessante mesmo era a premiação do BAFTA, o Oscar Inglês que estava acontecendo ali na Royal Opera House, e onde se podia enxergar a premiação em um telão e dava pra ver os carros dos famosos.
Por um probleminha técnico, eu voltei pra casa antes, e o pessoal ficou lá assistindo (o que eu assisti em casa depois, bem quentinha). Mas eles ficaram até o final, e viram uns famosos.
O Rômulo viu o nosso querido Dr. House (Hugh Laurie) entrando no seu audizinho.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
London, 9th February 2008
E hoje receberemos mais 2 visitas!
Lu e Marco, sejam bem vindos!
O que fizemos...
Pegamos os visitantes no aeroporto (os coitados chegaram mais cedo, e estavam lá há quase 1h nos esperando), e rumamos com mala e tudo pra ver o Big Ben, aproveitando que estava incrivelmente quente para o inverno, e que o dia estava lindo! Com um solzão!
Demos uma caminhadinha por ali, passando pela London Eye, e fomos para casa, porque já estava escurecendo.
Depois de jantar em casa, fomos tomar umas Pints em Canary Wharf, pra aproveitar e já mostrar os grandes arranha-céus que vemos da nossa casa pra eles.
Bebemos, até bater o sino, e voltamos pra dormir... bem tarde, depois de colocar os papos em dia.
Lu e Marco, sejam bem vindos!
O que fizemos...
Pegamos os visitantes no aeroporto (os coitados chegaram mais cedo, e estavam lá há quase 1h nos esperando), e rumamos com mala e tudo pra ver o Big Ben, aproveitando que estava incrivelmente quente para o inverno, e que o dia estava lindo! Com um solzão!
Demos uma caminhadinha por ali, passando pela London Eye, e fomos para casa, porque já estava escurecendo.
Depois de jantar em casa, fomos tomar umas Pints em Canary Wharf, pra aproveitar e já mostrar os grandes arranha-céus que vemos da nossa casa pra eles.
Bebemos, até bater o sino, e voltamos pra dormir... bem tarde, depois de colocar os papos em dia.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
London, 2nd February 2008
Sonho de consumo, encontrado num sábado a tarde num mercadinho de antiguidades em Greenwich: a Cadeira Barcelona.

Eu nunca fui uma freqüêntadora assídua de casa das pulgas, e nem de antiquários... mas aqui, eu gosto de fazer isso, parece que eu estou entrando em um museu, que é de graça, e mostra um pouco das coisas utilizadas no cotidiano. Tenho achado isso muito divertido.
Neste sábado fomos a Greenwich, para variar, e eu tinha lido em um dos meus livros sobre um lugar que vendia garrafas antigas, desde veneno até leite. E fomo lá para procurar.
O mais engraçado, é que praticamente todo o mercado é de antiguidades, e hoje, depois de tanto ver programas na BBC como "Cash in the Attic", "Bargain Hunting" e "Car Boot", eu tenho me antenado mais em antiguidades européias, e no quanto as pessoas pagam por coisas muito antigas.
Ontem, eu gostei de 3 coisas: a cadeira ilustrada acima, que estava com um preço bom e em ótimo estado, e que eu estou me segurando para não voltar lá e tentar barganhar e levar ela pra casa; um espelho/quadrinho da Coca-cola, muito bonitinho e em bom estado também; e por fim, um vidro de perfumes, daqueles com a "bombinha spray" do tipo que a minha Bisa-avó tinha na penteadeira dela, e que eu sempre achei muito chique!
Mas minha fascinação pelo antigo fica só nos objetos para casa... não consigo tocar em nenhuma roupa antiga, sem ter a sensação de que o fantasma dono dela vai falar comigo... dá medo!
Eu nunca fui uma freqüêntadora assídua de casa das pulgas, e nem de antiquários... mas aqui, eu gosto de fazer isso, parece que eu estou entrando em um museu, que é de graça, e mostra um pouco das coisas utilizadas no cotidiano. Tenho achado isso muito divertido.
Neste sábado fomos a Greenwich, para variar, e eu tinha lido em um dos meus livros sobre um lugar que vendia garrafas antigas, desde veneno até leite. E fomo lá para procurar.
O mais engraçado, é que praticamente todo o mercado é de antiguidades, e hoje, depois de tanto ver programas na BBC como "Cash in the Attic", "Bargain Hunting" e "Car Boot", eu tenho me antenado mais em antiguidades européias, e no quanto as pessoas pagam por coisas muito antigas.
Ontem, eu gostei de 3 coisas: a cadeira ilustrada acima, que estava com um preço bom e em ótimo estado, e que eu estou me segurando para não voltar lá e tentar barganhar e levar ela pra casa; um espelho/quadrinho da Coca-cola, muito bonitinho e em bom estado também; e por fim, um vidro de perfumes, daqueles com a "bombinha spray" do tipo que a minha Bisa-avó tinha na penteadeira dela, e que eu sempre achei muito chique!
Mas minha fascinação pelo antigo fica só nos objetos para casa... não consigo tocar em nenhuma roupa antiga, sem ter a sensação de que o fantasma dono dela vai falar comigo... dá medo!
domingo, 3 de fevereiro de 2008
London, 3rd February 2008
O ridículo da nova onda “verde”.
Eu estava aqui sem muito o que fazer em casa, e fui ler os blogs “linkados” nos blogs das minhas amigas, e me deparei com algumas coisas às quais eu acho de uma profunda hipocrisia.
Essa onda de “Veganismo” e “Vegetarianismo” que está se espalhando pelo planeta é de uma ridicularidade imensa.
Primeiro, todos os Vegans e os defensores dos animais (tipo o pessoal do PETA) devem ter suas vacinas em dia, se ficam doentes eles devem tomar remédios, se forem fazer uma transfusão de sangue eles esperam receber o sangue correto, etc.
Claro, que eles vem com o discurso de que não usam produtos testados em animais, só comem coisas orgânicas e de origem vegetal.
Porém, para que um cientista pusesse determinar o fator RH do sangue humano, ele fez a pesquisa utilizando macacos, por isso o RH do fator, em homenagem aos bichinhos.
Se utilizamos remédios e vacinas para curar as nossas doenças, é porque elas foram testadas em organismos “similares” ao humano (porcos, macacos, ratos) para que a gente pudesse curar as nossas mazelas sem maiores problemas. Para que essas drogas fossem seguras para o nosso consumo.
Estudos são feitos com animais, para que a população humana possa se beneficiar e ter uma vida melhor.
Se as cidades deveriam ter mais verdes, se a gente tem que achar uma solução para o aquecimento global e a destruição do planeta em que vivemos, eu também concordo, e acho que se cada um fizer um pouquinho, e lutar um pouquinho para que os governantes pensem mais no assunto, a vida de todo mundo seria melhor.
Mas é ridículo eles quererem que a sociedade, que vem desde o tempo das cavernas se alimentando e se vestindo através do uso de animais pare com isso agora, depois de muitos milhares de anos.
Conheço vegetarianos que não comem carne, mas comem um peixinho de vez em quando... hipocrisia.
Conheço vegetarianos que não comem nem carne, nem peixe, mas que utilizam sapatos e roupas de couro... de onde eles acham que esse couro veio?
Eu como carne, eu tenho casacos de peles, eu uso sapatos de couro, e acho isso muito natural. Não concordo que os bichinhos tenham que sofrer, e espero que na hora de serem sacrificados haja respeito em relação a eles, mas eu me criei comendo carne e usando sapato de couro, e não vou parar porque o mundo resolveu dizer que agora isso é politicamente incorreto.
Incorreto é todo mundo comprar produto chinês, sabendo como são as condições de vida do povo lá. Incorreto é a gente olhar para o próprio umbigo e deixar os nossos políticos roubando descaradamente o suor do nosso trabalho, e deixando o nordeste do Brasil na miséria, pois lá o trabalho pode não ser chamado de escravo, mas famílias inteiras trabalham por qualquer miséria, que coloque ao menos um grão de feijão na mesa.
Eu não estou vivendo no Brasil agora, e isso também pode ser chamado de hipocrisia, quando eu falo do suor do nosso trabalho... mas aqui, no primeiro mundo, onde todos se preocupam com o bem estar dos animais, e ser Vegan virou moda, eles podiam se preocupar mais com os idosos mendigando nas ruas, com as crianças que vivem em pobreza na sua própria ilha, e com os políticos, que também empregam sua família nos cargos do governo.
Não, eu não tenho a intenção de mudar as crenças e o pensamento de ninguém, eu só queria deixar registrada a minha indignação com essa hipocrisia que tomou conta do mundo.
E também queria que esses novos defensores do mundo respeitem a descrença neles que o resto da sociedade, que não vai mudar, e que agradece os cientistas por tudo o que eles fizeram para melhorar a nossa expectativa de vida, tem.
Discursos revoltados não servem para nada, só para que os outros achem que a gente enlouqueceu.
Eu estava aqui sem muito o que fazer em casa, e fui ler os blogs “linkados” nos blogs das minhas amigas, e me deparei com algumas coisas às quais eu acho de uma profunda hipocrisia.
Essa onda de “Veganismo” e “Vegetarianismo” que está se espalhando pelo planeta é de uma ridicularidade imensa.
Primeiro, todos os Vegans e os defensores dos animais (tipo o pessoal do PETA) devem ter suas vacinas em dia, se ficam doentes eles devem tomar remédios, se forem fazer uma transfusão de sangue eles esperam receber o sangue correto, etc.
Claro, que eles vem com o discurso de que não usam produtos testados em animais, só comem coisas orgânicas e de origem vegetal.
Porém, para que um cientista pusesse determinar o fator RH do sangue humano, ele fez a pesquisa utilizando macacos, por isso o RH do fator, em homenagem aos bichinhos.
Se utilizamos remédios e vacinas para curar as nossas doenças, é porque elas foram testadas em organismos “similares” ao humano (porcos, macacos, ratos) para que a gente pudesse curar as nossas mazelas sem maiores problemas. Para que essas drogas fossem seguras para o nosso consumo.
Estudos são feitos com animais, para que a população humana possa se beneficiar e ter uma vida melhor.
Se as cidades deveriam ter mais verdes, se a gente tem que achar uma solução para o aquecimento global e a destruição do planeta em que vivemos, eu também concordo, e acho que se cada um fizer um pouquinho, e lutar um pouquinho para que os governantes pensem mais no assunto, a vida de todo mundo seria melhor.
Mas é ridículo eles quererem que a sociedade, que vem desde o tempo das cavernas se alimentando e se vestindo através do uso de animais pare com isso agora, depois de muitos milhares de anos.
Conheço vegetarianos que não comem carne, mas comem um peixinho de vez em quando... hipocrisia.
Conheço vegetarianos que não comem nem carne, nem peixe, mas que utilizam sapatos e roupas de couro... de onde eles acham que esse couro veio?
Eu como carne, eu tenho casacos de peles, eu uso sapatos de couro, e acho isso muito natural. Não concordo que os bichinhos tenham que sofrer, e espero que na hora de serem sacrificados haja respeito em relação a eles, mas eu me criei comendo carne e usando sapato de couro, e não vou parar porque o mundo resolveu dizer que agora isso é politicamente incorreto.
Incorreto é todo mundo comprar produto chinês, sabendo como são as condições de vida do povo lá. Incorreto é a gente olhar para o próprio umbigo e deixar os nossos políticos roubando descaradamente o suor do nosso trabalho, e deixando o nordeste do Brasil na miséria, pois lá o trabalho pode não ser chamado de escravo, mas famílias inteiras trabalham por qualquer miséria, que coloque ao menos um grão de feijão na mesa.
Eu não estou vivendo no Brasil agora, e isso também pode ser chamado de hipocrisia, quando eu falo do suor do nosso trabalho... mas aqui, no primeiro mundo, onde todos se preocupam com o bem estar dos animais, e ser Vegan virou moda, eles podiam se preocupar mais com os idosos mendigando nas ruas, com as crianças que vivem em pobreza na sua própria ilha, e com os políticos, que também empregam sua família nos cargos do governo.
Não, eu não tenho a intenção de mudar as crenças e o pensamento de ninguém, eu só queria deixar registrada a minha indignação com essa hipocrisia que tomou conta do mundo.
E também queria que esses novos defensores do mundo respeitem a descrença neles que o resto da sociedade, que não vai mudar, e que agradece os cientistas por tudo o que eles fizeram para melhorar a nossa expectativa de vida, tem.
Discursos revoltados não servem para nada, só para que os outros achem que a gente enlouqueceu.
PS: Minha intenção aqui não é ofender ninguém, é só expor o meu ponto de vista.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
London, 31st January 2008
Tem 2 músicas bombando aqui na TV Inglesa, que eu acabei de baixar no itunes, e que são extremamente diferentes.
A primeira, direto do túnel do tempo: Blondie - Heart of Glass, que é a música do comercial do novo perfume Gucci, de mesmo nome.
E o mais engraçado, é que faz uns poucos dias que eu vi um dos famosos documentários da BBC sobre a cena musical Novaiorquina dos anos 70, que falava do Studio 54 e do surgimento do Rap. E o Blondie estava nele, bombando!
A segunda, é a abertura da segunda edição do Jame at Home, o programa do Jaime Oliver que eu acho que já passa no Brasil, mas que eu não consigo me lembrar se a primeira temporada tinha a mesma abertura.
Bem, acho que vale a pena, porque eu me apaixonei pela músiquinha mela-cueca do Tim Kay - My World.
Ficam as dicas, para um bom divertimento sonoro.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
London, 30th January 2008
The boring art of doing a CV.
Ontem eu tive uma entrevista com uma agente de empregos, e ela me mandou aprofundar o meu CV. Eu sempre ouvi dizer que o quanto mais resumido melhor, que mostra o teu poder de síntese, mas pelo visto por aqui não é o que eles pensam... ainda mais que eu trabalhei mais em agências brasileiras, e eles não tem a mínima idéia de como elas são e nem que tipo de trabalho fazem.
Eu to tentando introduzir as agências e ao mesmo tempo falar o que eu fazia lá, em poucas linhas... mas como todo o processo de publicidade aqui é diferente, e são raras as agências que tem tudo junto no mesmo lugar, como acontece aí, isso é uma tarefa árdua, e chatíssima!
Eu sou muito mais de ir lá e falar quem eu sou e a que eu vim, mas isso não parece ter sido muito efetivo nos últimos meses... então eu to aqui, queimando a mufa pra escrever um bom CV em uma língua que não é a minha primeira... and that sucks!
Ok, desabafo feito, tenho que voltar pro Word... o meu CV tá chamando.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
London, 22nd January 2008
Tá, minha curiosidade mórbida me levou a ver o site que a Bia colocou no Blog dela.
E, se você clicou no link ali em cima, já sacou o por que do meu post agora:
Ano novo, vida nova... mas depois de muitos anos já passados...
Céus, estou ficando velha.
Meu Ídolo Adolescente tem rugas!!!
Peraí, que vou ali na farmácia comprar um anti-rugas, e marcar a primeira aplicação de Botox!
Buáaaaa! Não quero mais fazer aniversário!
E, se você clicou no link ali em cima, já sacou o por que do meu post agora:
Ano novo, vida nova... mas depois de muitos anos já passados...
Céus, estou ficando velha.
Meu Ídolo Adolescente tem rugas!!!
Peraí, que vou ali na farmácia comprar um anti-rugas, e marcar a primeira aplicação de Botox!
Buáaaaa! Não quero mais fazer aniversário!
sábado, 19 de janeiro de 2008
London, 19th january 2008
A preguiça de escrever é tanta, mas tanta, que além de não ter feito o diário da viagem ainda, eu mal respondi os e-mails que me mandaram... peço desculpas a todos.
Mas a preguiça se apoderou do meu ser, e do meu cérebro.
Acho que é culpa da TV, que agora temos em casa, que me hinotizou!
Brincadeiras a parte, eu tenho que cobrar de mim mesma o diário de viagem!
Mas enquanto eu não faço isso, vamos a ontem.
Dois fatos interessantíssimos do dia de ontem:
1 - Se não fosse a minha desconfiança com motoristas e a faixa de segurança (que aqui geralmente funciona... mas eu sou brasileira, e me criei atravessando a rua em Porto Alegre... sempre espero eles pararem), eu teria sido atropelada por uma Limousine branca ontem!
Atravessando na faixa, em frente à estação do DLR.
Pelo menos não era por uma Brasília muito velha, e sim por uma Limousine branca!
2 - Quando chegamos em casa, tinha uma resposta por e-mail do nosso ex-housemate francês, respondendo se poderíamos passar lá para pegar a correspondência. A coisa mais engraçada, mais até do que ele contar que não ia poder ir à academia, pois tinha que comprar um terno, foi ele fazendo o típico "Pffff" francês, que eu tanto imito, POR E-MAIL!!!! Foi muito hilário!!!
Segue a frase que ele mandou, para vocês verem que não estou mentindo:
" ... I prefer going to the gym but I need a new suit; pfff I hate shopping ... "
Ótimo, não?
Bem, quanto a hoje, fomos finalmente na Temple Church, aquela que saiu no Código Da Vinci, erguida pelos Templários, lá pelos anos 1200.
O complexo de prédios do qual faz parte a Igreja está completando 400 anos em 2008, e eles estão fazendo alguns eventos comemorativos, a começar por este final de semana, onde a Igreja (Temple) estava aberta, com palestras, alguns Julgamentos com Juri de mentirinha sendo encenados na Royal Cout of Justice, ali do outro lado da rua, e com visitação aberta de outras salas e Câmaras do complexo Temple, que segundo a gente leu, faziam parte dos antigos grupos de advogados da Inglaterra.
Se alguém quiser saber um pouco mais da história, o web site deles é bem interessante.
Visitamos a Igreja, que tem a parte medieval e também uma nave que foi posteriormente construída pelo Henrique III. O que o Guia lá deles disse, é que a parte redonda é como seriam as igrejas na Idade Média... e que o resto era mais moderno... enfim, vale a pena a visita, pelo aspecto histórico, já que em beleza a Igreja não emociona muito.
Os outros prédios são bacanas, alguns inclusive com muitos quadros de pessoas famosas, e um deles foi onde a peça "Twelft Night" do Shakespeare foi encenada pela primeira vez, na era Elizabetana.
Depois de tantos prédios velhos, fomos dar uma volta no Borough Market, porque eu estava com fome, e lá tem muita comidinha (como disse a portuguesinha que entrou bo mercadinho atrás da gente).
Pena que pra variar estava chovendo, e não deu assim pra aproveitar muito o passeio na beira do rio.
Mas a preguiça se apoderou do meu ser, e do meu cérebro.
Acho que é culpa da TV, que agora temos em casa, que me hinotizou!
Brincadeiras a parte, eu tenho que cobrar de mim mesma o diário de viagem!
Mas enquanto eu não faço isso, vamos a ontem.
Dois fatos interessantíssimos do dia de ontem:
1 - Se não fosse a minha desconfiança com motoristas e a faixa de segurança (que aqui geralmente funciona... mas eu sou brasileira, e me criei atravessando a rua em Porto Alegre... sempre espero eles pararem), eu teria sido atropelada por uma Limousine branca ontem!
Atravessando na faixa, em frente à estação do DLR.
Pelo menos não era por uma Brasília muito velha, e sim por uma Limousine branca!
2 - Quando chegamos em casa, tinha uma resposta por e-mail do nosso ex-housemate francês, respondendo se poderíamos passar lá para pegar a correspondência. A coisa mais engraçada, mais até do que ele contar que não ia poder ir à academia, pois tinha que comprar um terno, foi ele fazendo o típico "Pffff" francês, que eu tanto imito, POR E-MAIL!!!! Foi muito hilário!!!
Segue a frase que ele mandou, para vocês verem que não estou mentindo:
" ... I prefer going to the gym but I need a new suit; pfff I hate shopping ... "
Ótimo, não?
Bem, quanto a hoje, fomos finalmente na Temple Church, aquela que saiu no Código Da Vinci, erguida pelos Templários, lá pelos anos 1200.
O complexo de prédios do qual faz parte a Igreja está completando 400 anos em 2008, e eles estão fazendo alguns eventos comemorativos, a começar por este final de semana, onde a Igreja (Temple) estava aberta, com palestras, alguns Julgamentos com Juri de mentirinha sendo encenados na Royal Cout of Justice, ali do outro lado da rua, e com visitação aberta de outras salas e Câmaras do complexo Temple, que segundo a gente leu, faziam parte dos antigos grupos de advogados da Inglaterra.
Se alguém quiser saber um pouco mais da história, o web site deles é bem interessante.
Visitamos a Igreja, que tem a parte medieval e também uma nave que foi posteriormente construída pelo Henrique III. O que o Guia lá deles disse, é que a parte redonda é como seriam as igrejas na Idade Média... e que o resto era mais moderno... enfim, vale a pena a visita, pelo aspecto histórico, já que em beleza a Igreja não emociona muito.
Os outros prédios são bacanas, alguns inclusive com muitos quadros de pessoas famosas, e um deles foi onde a peça "Twelft Night" do Shakespeare foi encenada pela primeira vez, na era Elizabetana.
Depois de tantos prédios velhos, fomos dar uma volta no Borough Market, porque eu estava com fome, e lá tem muita comidinha (como disse a portuguesinha que entrou bo mercadinho atrás da gente).
Pena que pra variar estava chovendo, e não deu assim pra aproveitar muito o passeio na beira do rio.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
London, 14th January 2008
FELIZ ANO NOVO!!!
Bom, agora que voltamos das nossas "férias", e que nossos genitores voltaram pra casa, vou começar a fazer o diário dos últimos dias, enquanto procuro um novo emprego.
Foi uma maratona de viagens e passeios, mas foi divertidíssimo, e um tantinho cansativo também.
Espero que o ano seja maravilhoso para todos!
Bom, agora que voltamos das nossas "férias", e que nossos genitores voltaram pra casa, vou começar a fazer o diário dos últimos dias, enquanto procuro um novo emprego.
Foi uma maratona de viagens e passeios, mas foi divertidíssimo, e um tantinho cansativo também.
Espero que o ano seja maravilhoso para todos!
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Impressões das últimas cidades visitadas (sem contar as da Alemanha, que já coloquei no Blog)
Roma: É emocionante chegar em uma das cidades que foi berço da civilização ocidental e ver que o teu hotel fica entre o Coliseu e o Foro Romano. E que é pertíssimo do monumento ao Vittorio Emanuele, que era Rei, e junto com o Garibaldi lutou pela unificação da Itália, e conseguiu o objetivo!
Para mim, Roma foi uma surpresa mais do que agradável, mesmo com o trânsito estilo São Paulo, onde mesmo com o sinal aberto para pedestres, e na faixa de segurança eles quase te atropelam, e com o metrô pixado, sujo e fedidinho.
Nota: 9
Firenze: Chegamos na cidade a noite, e como o nosso hotel era do lado do centro histórico, nos divertimos muito vendo os prédios conhecidos, o Ponte Vecchio... a cidade de muita gente famosa e que foi berço de artistas geniais! Florença para mim é charmosa e aconchegante. Mas os prédios históricos poderiam ser melhor conservados.
Nota: 8
Venezia / Murano: A primeira impressão foi de que ela é mais cuidadinha um pouco do que Florença. É divertidíssimo precisar de uma ponte para atravessar as ruas, mas é ruim ter que subir e descer tanta escada. O Romantismo da cidade se perdeu para mim, pois tinha MUITA gente, MUITOS turistas. E a Piazza San Marco é completamente diferente do que eu esperava.
Nota: 7.5
Milano: Embora tenhamos ficado apenas um dia em Milão, eu me encantei com a cidade. Ela é mais organizada e limpa do que Roma, as pessoas são mais educadas (sim, na Itália a gente se sente como se estivesse no Brasil... as pessoas estão quase sempre de mau humor) e os prestadores de serviço mais simpáticos. É uma cidade grande, onde eu moraria.
Nota: 9
Paris: Paris consegue ser mais fedida do que Londres! Quase todo o lugar que tu passa tem cheiro de xixi. É verdade que quase ninguém fala inglês aqui! Nem na recepção do hotel.
A virada do Ano quase não tem fogos de artifício... e voltar para o hotel de metrô depois da meia noite, é um pesadelo.
Mas a cidade tem seu charme, Montmartre é muito legal, e o Louvre é um museusão.
Nota: 7.5
Barcelona: Barcelona me surpreendeu, com a mistura de antigo e moderno. O show de águas no Castelo do Montjuic é muito lindo. Ainda mais seguido do desfile de Reis.
Os prédios do Gaudí são realmente lindos, e a pesar de não termos ido ao Parque Güel, fomos no Pueblo Espanol. O Metrô funciona bem, as pessoas são educadas, e no hotel nos receberam muito bem.
Nota: 9
Nenhuma cidade tem nota 10, pois foi muito pouco tempo em cada uma pra saber verdadeiramente se ela vale um 10 ou não. E era inverno, o que prejudica um pouco as belezas naturais... e os passeios à beira mar ou beira rio.
Mas definitivamente, Roma, Florença, Milão e Barcelona foram as minhas preferidas.
Para mim, Roma foi uma surpresa mais do que agradável, mesmo com o trânsito estilo São Paulo, onde mesmo com o sinal aberto para pedestres, e na faixa de segurança eles quase te atropelam, e com o metrô pixado, sujo e fedidinho.
Nota: 9
Firenze: Chegamos na cidade a noite, e como o nosso hotel era do lado do centro histórico, nos divertimos muito vendo os prédios conhecidos, o Ponte Vecchio... a cidade de muita gente famosa e que foi berço de artistas geniais! Florença para mim é charmosa e aconchegante. Mas os prédios históricos poderiam ser melhor conservados.
Nota: 8
Venezia / Murano: A primeira impressão foi de que ela é mais cuidadinha um pouco do que Florença. É divertidíssimo precisar de uma ponte para atravessar as ruas, mas é ruim ter que subir e descer tanta escada. O Romantismo da cidade se perdeu para mim, pois tinha MUITA gente, MUITOS turistas. E a Piazza San Marco é completamente diferente do que eu esperava.
Nota: 7.5
Milano: Embora tenhamos ficado apenas um dia em Milão, eu me encantei com a cidade. Ela é mais organizada e limpa do que Roma, as pessoas são mais educadas (sim, na Itália a gente se sente como se estivesse no Brasil... as pessoas estão quase sempre de mau humor) e os prestadores de serviço mais simpáticos. É uma cidade grande, onde eu moraria.
Nota: 9
Paris: Paris consegue ser mais fedida do que Londres! Quase todo o lugar que tu passa tem cheiro de xixi. É verdade que quase ninguém fala inglês aqui! Nem na recepção do hotel.
A virada do Ano quase não tem fogos de artifício... e voltar para o hotel de metrô depois da meia noite, é um pesadelo.
Mas a cidade tem seu charme, Montmartre é muito legal, e o Louvre é um museusão.
Nota: 7.5
Barcelona: Barcelona me surpreendeu, com a mistura de antigo e moderno. O show de águas no Castelo do Montjuic é muito lindo. Ainda mais seguido do desfile de Reis.
Os prédios do Gaudí são realmente lindos, e a pesar de não termos ido ao Parque Güel, fomos no Pueblo Espanol. O Metrô funciona bem, as pessoas são educadas, e no hotel nos receberam muito bem.
Nota: 9
Nenhuma cidade tem nota 10, pois foi muito pouco tempo em cada uma pra saber verdadeiramente se ela vale um 10 ou não. E era inverno, o que prejudica um pouco as belezas naturais... e os passeios à beira mar ou beira rio.
Mas definitivamente, Roma, Florença, Milão e Barcelona foram as minhas preferidas.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Hilchenbach / Koblenz / London, 20th december 2007
E como tudo o que é bom dura pouco, o dia 20/12 também foi o dia em que tínhamos que voltar para Londres, para que pudéssemos pegar a minha mãe no aeroporto a tempo, e nos prepararmos para a viagem mais longa!
Alugamos um carrinho, bem simples, um Audizinho, para o Rodrigo e a Sole nos levarem para o aeroporto Frankfurt-Hahn.
Saímos pela manhã, com muito gelo em volta da casa, e com muito gelo pela paisagem por onde passávamos. Tudo muito lindo, tudo muito branco. E é muito divertido ver que onde bate o sol, o gelo derrete, mas que no mesmo campo, na mesma grama, onde não bate o sol diretamente, o gelo continua lá.
No caminho, paramos em Koblenz, que é uma cidade bacana, que tem um rio lindo, mas que não saiu nas fotos, porque tinha uma neblina bem forte... parecia gramado no final da tarde. Mas eram só umas 3 da tarde!
Se bem que o dia começa a escurecer pelas 4 horas... ainda mais no dia 20/12, um dia antes do solstício de inverno!
O passeio foi muito legal!
Com direito a mais uma feirinha de natal, pão com salsicha e batata frita com muita maionese!
Na hora de pegar o avião, quem foi parada pela segurança dessa vez fui eu!
Apitou desde o sutiã, até os meus tênis!
Tive que tirar o sapato e ficar esperando ele passar pelo raio x, até que me liberassem pra passar e ir pegar o avião... que preconceito, só porque eu sou loira!
Chegamos em Londres, e a nossa cazinha estava exatamente do jeito que deixamos.
Agora é arrumar tudo, porque a mamãe chega amanhã, e no sábado vamos viajar!
Alugamos um carrinho, bem simples, um Audizinho, para o Rodrigo e a Sole nos levarem para o aeroporto Frankfurt-Hahn.
Saímos pela manhã, com muito gelo em volta da casa, e com muito gelo pela paisagem por onde passávamos. Tudo muito lindo, tudo muito branco. E é muito divertido ver que onde bate o sol, o gelo derrete, mas que no mesmo campo, na mesma grama, onde não bate o sol diretamente, o gelo continua lá.
No caminho, paramos em Koblenz, que é uma cidade bacana, que tem um rio lindo, mas que não saiu nas fotos, porque tinha uma neblina bem forte... parecia gramado no final da tarde. Mas eram só umas 3 da tarde!
Se bem que o dia começa a escurecer pelas 4 horas... ainda mais no dia 20/12, um dia antes do solstício de inverno!
O passeio foi muito legal!
Com direito a mais uma feirinha de natal, pão com salsicha e batata frita com muita maionese!
Na hora de pegar o avião, quem foi parada pela segurança dessa vez fui eu!
Apitou desde o sutiã, até os meus tênis!
Tive que tirar o sapato e ficar esperando ele passar pelo raio x, até que me liberassem pra passar e ir pegar o avião... que preconceito, só porque eu sou loira!
Chegamos em Londres, e a nossa cazinha estava exatamente do jeito que deixamos.
Agora é arrumar tudo, porque a mamãe chega amanhã, e no sábado vamos viajar!
Hilchenbach / Siegen / Freudenberg, 19th december 2007
Como no dia 18 eu estava no auge do meu resfriado, com febre e tudo, e a base de muito paracetamol, saímos para passear somente na quarta, dia 19/12.
(Adendo do dia 18/12. - Estávamos no café da manhã, e a Male está comendo junto... daqui a pouco, a Avó dela mostra um espelho de aumento, que ela adorou se ver... e ela mostra o espelho pra mãe, se olha e larga a pérola: "A Male tá toda babada!" - e ela estava mesmo... claro que foi a piada do dia, e que a gente vai lembrar disso pra sempre, e ficar falando pra ela o tempo todo, a vida inteira... e ela vai odiar!)
Fomos a uma cidadezinha ali perto, onde tem casas de 1600 e alguma coisa, e que são muito lindinhas!!!!
Parece uma cidadezinha de brinquedo, com cara medieval.
É muito bonitinha! E muito geladinha também!!!
Noooossa, estava muito, muito frio lá!
Mas foi ali também que descobrimos que os supermercados da Alemanha são bem melhores que os da Inglaterra, com muito mais variedade de produtos!
Depois de vermos a cidade com as casinhas antigas, voltamos para passear na feirinha de Natal de Siegen.
A Alemanha é bonita, e tem lugares bem diferentes uns dos outros.
Mas é muito estranho estar em um país onde tu não sabes a língua das pessoas... e onde tu mal consegue te comunicar, e fica rezando pra que todo mundo com quem tu precisas falar, fale inglês.
(sim, me refiro à Alemanha no diminutivo, não sei porque!)
(Adendo do dia 18/12. - Estávamos no café da manhã, e a Male está comendo junto... daqui a pouco, a Avó dela mostra um espelho de aumento, que ela adorou se ver... e ela mostra o espelho pra mãe, se olha e larga a pérola: "A Male tá toda babada!" - e ela estava mesmo... claro que foi a piada do dia, e que a gente vai lembrar disso pra sempre, e ficar falando pra ela o tempo todo, a vida inteira... e ela vai odiar!)
Fomos a uma cidadezinha ali perto, onde tem casas de 1600 e alguma coisa, e que são muito lindinhas!!!!
Parece uma cidadezinha de brinquedo, com cara medieval.
É muito bonitinha! E muito geladinha também!!!
Noooossa, estava muito, muito frio lá!
Mas foi ali também que descobrimos que os supermercados da Alemanha são bem melhores que os da Inglaterra, com muito mais variedade de produtos!
Depois de vermos a cidade com as casinhas antigas, voltamos para passear na feirinha de Natal de Siegen.
A Alemanha é bonita, e tem lugares bem diferentes uns dos outros.
Mas é muito estranho estar em um país onde tu não sabes a língua das pessoas... e onde tu mal consegue te comunicar, e fica rezando pra que todo mundo com quem tu precisas falar, fale inglês.
(sim, me refiro à Alemanha no diminutivo, não sei porque!)
London/Koln/Siegen/Hilchenbach, 17th December 2007.
Ainda no dia 16/12, às 23h 30min, pegamos o DLR em direção à última estação, para pegarmos o ônibus que nos levaria ao aeroporto Stanstead.
Nosso vôo só sairia às 7h 20min do dia 17/12, mas ou era sair as 23h e pegar o metrô, ou era sair às 3h da manhã, pegar 2 ônibus noturnos, mais o ônibus que faz o traslado para o aeroporto, e chegar lá na hora do embarque.
Preferimos sair cedo, e passar a noite no aeroporto.
Chegamos ao aeroporto quase 2h da manhã. Fomos direto para o café Ponti’s que tem ali, porque eu estava faminta, e porque ali tinha lugar para sentar.
Demos umas voltas pelo aeroporto, e constatamos que as pessoas fazem de tudo para viajar barato. Este aeroporto é de onde saem os aviões para o resto da europa, pelas companhias baratas, como Ryanair e Easyjet.
As pessoas dormem pelas cadeiras e pelo chão do aeroporto, esperando os seus vôos. Lemos em um site, que tem gente que chega pelas 9 da noite, só pra conseguir um lugar pra deitar nos bancos. Tinham famílias com crianças dormindo no chão, pessoas equipadas com sacos de dormir, e outros encolhidos em cima das malas e casacos.
Parecem um monte de mendigos.
Foi uma mega indiada, ainda mais porque eu estava com febre, começando (ou continuando) mais um resfriado.
Nós dois ficamos sentadinhos no café, até o horário do nosso embarque.
Pra embarcar, outra novela, com as revistas e normas sobre bagagem d mão, que era tudo o que tínhamos.
O Rômulo foi revistado ao passar pelo detector de metais, por causa das moedas, e por ter o cabelo preto. A mochila dele também apitou, e até com a câmera fotográfica o carinha encrencou... a coitada da câmera foi passar no raio xis. Sozinha.
Até os All Star do Rômulo enfrentaram o detector de metais. Uma invasão da nossa privacidade esse tipo de revista!
Mas, depois de um vôo atrasado, com um bando de Italianos gritando atrás da gente (usei protetores de ouvido pra conseguir dormir um pouco), chegamos ao aeroporto de Frankfurt-Hahn na Alemanha.
Descemos do avião, e estava MUITO FRIO!!! Estava inclusive nevicando... tipo a neve que tem em Gramado, mas com a diferença, de que essa não desmanchava ao tocar a gente, e ela dançava com o vento, bem bonito, mas bem frio também.
Depois, tomamos um café por ali, bem mais ou menos e caro... o aeroporto, no interior da Alemnha, parece mais uma rodoviária brasileira, do que um aeroporto... ele é pior até do que o Salgado Filho velho.
Esperamos um pouquinho, uma hora e pouco, para podermos pegar o ônibus que nos levaria para Colônia.
Finalmente dormimos um pouco, e nem aproveitamos a vista linda que se tinha no caminho... As poucas vezes em que abri os olhos, vi campos muito bonitos, cidadezinhas izoladas na imensidão verde... feno enrolado em cilindros... tudo muito bucólico.
Chegamos a Colônia depois de umas 2h e pouco. Fomos direto ver a Catedral, que é muito bonita, mas que eu achava que fosse ser maior. Ela é parecida com a Catedral de Salsbury, com seu estilo Gótico. Mas por fora é muito mais bonita.
Pena que é um tanto quanto sujinha, por causa das suas centenas de anos... da pedra amarela com que ela foi construída mal se consegue ver a cor.
Demos uma passeadinha pela feirinha de natal que havia ao lado da Catedral, esperando a hora de encontrar com o Rodrigo (irmão do Rômulo, pra quem não sabe), com a Sole e a Malena (mulher e filha do Rodrigo), e com a mãe da Sole, a Maria e o padrasto dela, o Bern.
Enquanto esperávamos, fomos aliviar a fome no Café Reichard. Tomamos uma sopa maravilhosa, de batatas com couve-flor e salmão. E de sobremesa, uma torta de Berries mistos. Uma maravilha. Tudo muito bonito e chique.
O Café tem uma parte envidraçada, e fica na frente da Catedral. Foi uma refeição muito charmosa.
Encontramos com todos na feirinha de natal. Depois de umas salsichas (ou seriam lingüiças) com pão, nos dividimos e fomos 3 de trem para Siegen, e os outros de carro direto para casa, em Hilchenbach.
Chegamos em Siegen já era noite... umas 6 e meia, sete horas. E dalí fomos pra casa da mãe da Sole, em Hilchenbach.
Até jantarmos, nos acomodarmos e dormirmos, levou um tempo... tinha bastante papo pra colocar em dia.
Nosso vôo só sairia às 7h 20min do dia 17/12, mas ou era sair as 23h e pegar o metrô, ou era sair às 3h da manhã, pegar 2 ônibus noturnos, mais o ônibus que faz o traslado para o aeroporto, e chegar lá na hora do embarque.
Preferimos sair cedo, e passar a noite no aeroporto.
Chegamos ao aeroporto quase 2h da manhã. Fomos direto para o café Ponti’s que tem ali, porque eu estava faminta, e porque ali tinha lugar para sentar.
Demos umas voltas pelo aeroporto, e constatamos que as pessoas fazem de tudo para viajar barato. Este aeroporto é de onde saem os aviões para o resto da europa, pelas companhias baratas, como Ryanair e Easyjet.
As pessoas dormem pelas cadeiras e pelo chão do aeroporto, esperando os seus vôos. Lemos em um site, que tem gente que chega pelas 9 da noite, só pra conseguir um lugar pra deitar nos bancos. Tinham famílias com crianças dormindo no chão, pessoas equipadas com sacos de dormir, e outros encolhidos em cima das malas e casacos.
Parecem um monte de mendigos.
Foi uma mega indiada, ainda mais porque eu estava com febre, começando (ou continuando) mais um resfriado.
Nós dois ficamos sentadinhos no café, até o horário do nosso embarque.
Pra embarcar, outra novela, com as revistas e normas sobre bagagem d mão, que era tudo o que tínhamos.
O Rômulo foi revistado ao passar pelo detector de metais, por causa das moedas, e por ter o cabelo preto. A mochila dele também apitou, e até com a câmera fotográfica o carinha encrencou... a coitada da câmera foi passar no raio xis. Sozinha.
Até os All Star do Rômulo enfrentaram o detector de metais. Uma invasão da nossa privacidade esse tipo de revista!
Mas, depois de um vôo atrasado, com um bando de Italianos gritando atrás da gente (usei protetores de ouvido pra conseguir dormir um pouco), chegamos ao aeroporto de Frankfurt-Hahn na Alemanha.
Descemos do avião, e estava MUITO FRIO!!! Estava inclusive nevicando... tipo a neve que tem em Gramado, mas com a diferença, de que essa não desmanchava ao tocar a gente, e ela dançava com o vento, bem bonito, mas bem frio também.
Depois, tomamos um café por ali, bem mais ou menos e caro... o aeroporto, no interior da Alemnha, parece mais uma rodoviária brasileira, do que um aeroporto... ele é pior até do que o Salgado Filho velho.
Esperamos um pouquinho, uma hora e pouco, para podermos pegar o ônibus que nos levaria para Colônia.
Finalmente dormimos um pouco, e nem aproveitamos a vista linda que se tinha no caminho... As poucas vezes em que abri os olhos, vi campos muito bonitos, cidadezinhas izoladas na imensidão verde... feno enrolado em cilindros... tudo muito bucólico.
Chegamos a Colônia depois de umas 2h e pouco. Fomos direto ver a Catedral, que é muito bonita, mas que eu achava que fosse ser maior. Ela é parecida com a Catedral de Salsbury, com seu estilo Gótico. Mas por fora é muito mais bonita.
Pena que é um tanto quanto sujinha, por causa das suas centenas de anos... da pedra amarela com que ela foi construída mal se consegue ver a cor.
Demos uma passeadinha pela feirinha de natal que havia ao lado da Catedral, esperando a hora de encontrar com o Rodrigo (irmão do Rômulo, pra quem não sabe), com a Sole e a Malena (mulher e filha do Rodrigo), e com a mãe da Sole, a Maria e o padrasto dela, o Bern.
Enquanto esperávamos, fomos aliviar a fome no Café Reichard. Tomamos uma sopa maravilhosa, de batatas com couve-flor e salmão. E de sobremesa, uma torta de Berries mistos. Uma maravilha. Tudo muito bonito e chique.
O Café tem uma parte envidraçada, e fica na frente da Catedral. Foi uma refeição muito charmosa.
Encontramos com todos na feirinha de natal. Depois de umas salsichas (ou seriam lingüiças) com pão, nos dividimos e fomos 3 de trem para Siegen, e os outros de carro direto para casa, em Hilchenbach.
Chegamos em Siegen já era noite... umas 6 e meia, sete horas. E dalí fomos pra casa da mãe da Sole, em Hilchenbach.
Até jantarmos, nos acomodarmos e dormirmos, levou um tempo... tinha bastante papo pra colocar em dia.
domingo, 16 de dezembro de 2007
London, 16th December 2007
Estamos com o pé que é um leque pra começarmos a viajar!
Essa madrugada vamos para o Aeroporto (o nosso vôo sai às 5h da manhã, e o metro para de funcionar à 1h), de onde partiremos para Colônia, na Alemanha.
Vamos lá encontrar com a Sole, o Rodrigo e a Malena, matar um pouquinho as saudades, e no dia 20 voltamos pra casa, para tomar fôlego, pegar a mamãe e partir para a segunda parte!
Então, se eu ficar fora do ar por alguns dias (digamos que até 7 de Janeiro), não se preocupem, que estará tudo ótimo!
Apenas estaremos viajando, e impossibilitados de escrever no blog.
E, se eu ficar esse tempo todo sem escrever, na volta eu conto TUDO pra vocês, tá?
Essa madrugada vamos para o Aeroporto (o nosso vôo sai às 5h da manhã, e o metro para de funcionar à 1h), de onde partiremos para Colônia, na Alemanha.
Vamos lá encontrar com a Sole, o Rodrigo e a Malena, matar um pouquinho as saudades, e no dia 20 voltamos pra casa, para tomar fôlego, pegar a mamãe e partir para a segunda parte!
Então, se eu ficar fora do ar por alguns dias (digamos que até 7 de Janeiro), não se preocupem, que estará tudo ótimo!
Apenas estaremos viajando, e impossibilitados de escrever no blog.
E, se eu ficar esse tempo todo sem escrever, na volta eu conto TUDO pra vocês, tá?
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
London, 14th december 2007
Hoje foi o meu último dia de trabalho na(s) loja(s).
E eu até ganhei uma caixa enorme de Ferreiro Rocher e um cartão bem bonito dos meus coleguinhas da loja de cashmere.
Só não chorei, porque sou dura na queda!
(tá, não vale lembrar que eu me lavei chorando na festinha de despedida que eu ganhei dos coleguinhas amados da Dez).
Era bacana trabalhar lá, a pesar do meu gerente ficar me jogando de uma loja pra outra, e de eu ter começado a me importar com isso nos últimos tempos, eu já tinha me acostumado com as meninas (até com a Ucraniana chata eu fiz amizade).
O legal, foi que eles disseram que se eu quiser voltar, que é só eu me candidatar de novo!
E, para comemorar o início das férias-desempregadas, finalmente tomamos a Veuve Cliequot que estava na geladeira desde o nosso aniversário de namoro!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Esqueci!!!
Esqueci de contar a briga que vimos no sábado, na estação do tube em Canary Wharf.
Descemos ali, bem felizes, pra pegar o nosso replacement bus - pois o DLR não estava funcionando... e eis que desce um cara, bêbado mas bem vestido, xingando a mulher que estava com ele - aparentemente - mas que havia descido antes dele na escada rolante.
Bem, em alguns segundos, o cara foi pra cima da mulher e caíram os dois no chão... ele por cima dela... ele se levantou, ainda gritando, e ela ficou um tempo no chão, com as mãos no rosto, até que ela se levantou chorando e falando com ele...
A gente a essa altura já estava no meio da escada rolante, subindo, saindo da estação.
Quando chegamos lá em cima, o guardinha da estação disse que estava chamando a polícia, para as pessoas que subiram a escada antes da gente.
Mas, pelo alto-falante (do serviço de avisos da estação), uma mulher do serviço de transportes começou a mandar eles pararem de brigar, que aquele não era lugar pra isso... que eles deveriam parar com aquilo, por favor, e ir pra casa...
Fomos procurar a parada do nosso ônibus, e na volta (a parada era do outro lado, pra variar), a mulher da estação continuava mandando eles pararem... SURREAL.
Foi muito engraçado a mulher no alto-falante, mas foi triste de ver os bebuns brigando... ainda mais o cara partindo pra cima da mulher daquele jeito.
Coisas dos bêbados londrinos...
Descemos ali, bem felizes, pra pegar o nosso replacement bus - pois o DLR não estava funcionando... e eis que desce um cara, bêbado mas bem vestido, xingando a mulher que estava com ele - aparentemente - mas que havia descido antes dele na escada rolante.
Bem, em alguns segundos, o cara foi pra cima da mulher e caíram os dois no chão... ele por cima dela... ele se levantou, ainda gritando, e ela ficou um tempo no chão, com as mãos no rosto, até que ela se levantou chorando e falando com ele...
A gente a essa altura já estava no meio da escada rolante, subindo, saindo da estação.
Quando chegamos lá em cima, o guardinha da estação disse que estava chamando a polícia, para as pessoas que subiram a escada antes da gente.
Mas, pelo alto-falante (do serviço de avisos da estação), uma mulher do serviço de transportes começou a mandar eles pararem de brigar, que aquele não era lugar pra isso... que eles deveriam parar com aquilo, por favor, e ir pra casa...
Fomos procurar a parada do nosso ônibus, e na volta (a parada era do outro lado, pra variar), a mulher da estação continuava mandando eles pararem... SURREAL.
Foi muito engraçado a mulher no alto-falante, mas foi triste de ver os bebuns brigando... ainda mais o cara partindo pra cima da mulher daquele jeito.
Coisas dos bêbados londrinos...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
London, 10th december 2007
E tá um frio aqui!!!!
E diz a previsão do tempo que veio com o meu macbook, que vai esfriar ainda mais essa semana.
Hoje durante o dia deu pra sentir direitinho a queda de temperatura, em todas as vezes em que tive que ir ao banco (2x) e ir de uma loja pra outra durante o dia (umas 4 ou 5x).
Na volta pra casa, depois da hora extra, minha mão quase congelou grudada no telefone.
Mas fora isso, e o fato de amanhecer as 8h da manhã e escurecer as 16h, as coisas estão bem.
Esse final de semana saímos com os amigos. No sábado, fomos dar umas bandas e entrar em uns pubs com o amigo do Rômulo (o Alberto - pq ele vai me xingar lendo o blog, e eu não colocar o nome dele, eu acho) e ontem a minha amiga (por intermédio da Lulu) a Marilise foi encontrar comigo em Covent Garden depois do trabalho, pra gente colocar o papo em dia.
Fiquei bem cansada de ter ido dormir tarde nos dois dias, sendo que tive que trabalhar domingo e hoje, mas foi divertido, e fazia tempo que eu não "transgredia" tanto nos horários...
Agora, não vejo a hora de chegar sexta-feira e parar de trabalhar, e de chegar segunda, pra irmos pra Alemanha.
Estamos torcendo para ter neve!
A previsão do tempo muda a cada turno do dia. De manhã diz que vai nevar lá, e aqui também. A tarde, diz que não neva em lugar nenhum... esses meteorologistas podiam se decidir, e deixar nevar mesmo!
Estamos loucos pra sair um pouquinho desse país, depois de 6 MESES.
E também, loucos pra ver a Male, a Sole e o Rodrigo.
E conhecer Colônia, e comer muito, muito chocolate BOM.
E ir a uma típica feirinha de Natal Alemã... por enquanto só conhecemos as cópias de Gramado e daqui de Londres.
Por falar em Londres, quero ver se amanhã a gente vai a uma das inúmeras pistas de patinação no gelo espalhadas pela cidade agora na temporada de inverno... elas são lindas!
(se bem que só vi 2 até agora...) E ainda mais que agora tem uma também em Greenwich, meu lugar preferido aqui, seguido por Covent Garden.
Bom, parar de trabalhar no Mercado vai ser uma despedida e tanto. É muito legal trabalhar naquele lugar tão antigo, e tão bonito agora nessa época de natal, com toda a decoração branca que eles fizeram... E com os shows de acrobacias então, vale muito a pena ir lá.
Eu queria falar também do último livro que eu li.
Sim, aqui nessa cidade, quem já gostava de ler, vira um leitor voraz!
Passar quase 2h no metro por dia faz a gente ansiar por um bom livro amigo na bolsa a toda hora.
Ainda mais que os jornais deixam os dedos sujos.
Mas voltando ao último livro que eu li. Ele se chama "Julianna Kiss" e já deu pra perceber o porque de eu pegar este livro pra ler na Biblioteca, não?
Bem, o livro começou meio chato... eu quase parei de ler, depois de 2 semanas sem passar das primeiras páginas. Mas como ele não sujava a mão, continuei lendo... um pouco depois, achei que ele ficou bom, pois a personagem (uma imigrante Húngara) veio para Londres, e o cenário do livro me ficou familiar. É bem divertido ler que o personagem foi passear nos lugares onde você vai todos os dias.
Bem, mas tinham histórias paralelas ao mesmo tempo, o que não se explicou decentemente no final.
Acabei o livro hoje, e me decepcionei. Toda a esperança que eu criei no meio do livro, de que ele era bom, terminou quando eu vi que o livro estava acabando e eu dei uma espiadinha no final.
Decepcionante. Esse é o melhor adjetivo pra esse livro.
Acho que amanhã eu vou a Greenwich, passar na livraria que tem tudo por £2, e tentar achar um livro bacaninha pra viagem.
E diz a previsão do tempo que veio com o meu macbook, que vai esfriar ainda mais essa semana.
Hoje durante o dia deu pra sentir direitinho a queda de temperatura, em todas as vezes em que tive que ir ao banco (2x) e ir de uma loja pra outra durante o dia (umas 4 ou 5x).
Na volta pra casa, depois da hora extra, minha mão quase congelou grudada no telefone.
Mas fora isso, e o fato de amanhecer as 8h da manhã e escurecer as 16h, as coisas estão bem.
Esse final de semana saímos com os amigos. No sábado, fomos dar umas bandas e entrar em uns pubs com o amigo do Rômulo (o Alberto - pq ele vai me xingar lendo o blog, e eu não colocar o nome dele, eu acho) e ontem a minha amiga (por intermédio da Lulu) a Marilise foi encontrar comigo em Covent Garden depois do trabalho, pra gente colocar o papo em dia.
Fiquei bem cansada de ter ido dormir tarde nos dois dias, sendo que tive que trabalhar domingo e hoje, mas foi divertido, e fazia tempo que eu não "transgredia" tanto nos horários...
Agora, não vejo a hora de chegar sexta-feira e parar de trabalhar, e de chegar segunda, pra irmos pra Alemanha.
Estamos torcendo para ter neve!
A previsão do tempo muda a cada turno do dia. De manhã diz que vai nevar lá, e aqui também. A tarde, diz que não neva em lugar nenhum... esses meteorologistas podiam se decidir, e deixar nevar mesmo!
Estamos loucos pra sair um pouquinho desse país, depois de 6 MESES.
E também, loucos pra ver a Male, a Sole e o Rodrigo.
E conhecer Colônia, e comer muito, muito chocolate BOM.
E ir a uma típica feirinha de Natal Alemã... por enquanto só conhecemos as cópias de Gramado e daqui de Londres.
Por falar em Londres, quero ver se amanhã a gente vai a uma das inúmeras pistas de patinação no gelo espalhadas pela cidade agora na temporada de inverno... elas são lindas!
(se bem que só vi 2 até agora...) E ainda mais que agora tem uma também em Greenwich, meu lugar preferido aqui, seguido por Covent Garden.
Bom, parar de trabalhar no Mercado vai ser uma despedida e tanto. É muito legal trabalhar naquele lugar tão antigo, e tão bonito agora nessa época de natal, com toda a decoração branca que eles fizeram... E com os shows de acrobacias então, vale muito a pena ir lá.
Eu queria falar também do último livro que eu li.
Sim, aqui nessa cidade, quem já gostava de ler, vira um leitor voraz!
Passar quase 2h no metro por dia faz a gente ansiar por um bom livro amigo na bolsa a toda hora.
Ainda mais que os jornais deixam os dedos sujos.
Mas voltando ao último livro que eu li. Ele se chama "Julianna Kiss" e já deu pra perceber o porque de eu pegar este livro pra ler na Biblioteca, não?
Bem, o livro começou meio chato... eu quase parei de ler, depois de 2 semanas sem passar das primeiras páginas. Mas como ele não sujava a mão, continuei lendo... um pouco depois, achei que ele ficou bom, pois a personagem (uma imigrante Húngara) veio para Londres, e o cenário do livro me ficou familiar. É bem divertido ler que o personagem foi passear nos lugares onde você vai todos os dias.
Bem, mas tinham histórias paralelas ao mesmo tempo, o que não se explicou decentemente no final.
Acabei o livro hoje, e me decepcionei. Toda a esperança que eu criei no meio do livro, de que ele era bom, terminou quando eu vi que o livro estava acabando e eu dei uma espiadinha no final.
Decepcionante. Esse é o melhor adjetivo pra esse livro.
Acho que amanhã eu vou a Greenwich, passar na livraria que tem tudo por £2, e tentar achar um livro bacaninha pra viagem.
domingo, 2 de dezembro de 2007
London, 2nd December 2007
E já estamos no último mês de 2007... e esse ano passou mais rápido do que os outros, e ao mesmo tempo, vem uma sensação de tanta coisa alcançada e feita nesse ano.
Sim, porque trocar de Cidade e de País não é pouca coisa para um ano.
E além disso, fazer isso com o namorado... é bastante mudança pra um ano só.
E teve o Rômulo completando o Mestrado, e teve a experiência interessante na loja... enfim, muitas coisas aconteceram pra gente esse ano.
E hoje, foi finalmente o dia em que eu pedi demissão!
Doeu menos do que eu estava esperando.
Quase não dormi a noite, repassando o meu discurso para o meu chefe... fui mais cedo pra loja, pra aprontar tudo antes dele chegar, pra ter tempo de conversar com ele antes da hora de abrir.
Bem, quando ele chegou eu estava com a loja pronta pra abrir, e disse pra ele que precisava conversar com ele.
Deus! Eu odeio pedir demissão! Mas é melhor isso do que ser demitido.
Ele me olhou e disse: "Que, tu tá saindo?"
E eu disse: "Sim, infelizmente a gente tem que fazer coisas na vida que não são apenas as que a gente quer... blá, blá, blá... eu preciso sair de Londres por algumas semanas, a partir do dia 17/12."
Ele: "Ok, você tem que fazer o que tem que fazer! Eu sabia que tu só estavas aqui por um tempo, mas tem sido um prazer trabalhar contigo, eu gosto muito de ti, blá, blá, blá... e só me diz o dia que tu queres sair."
Eu (surpresa com a reação dele): "Bom, eu posso ficar até o dia 14/12, ainda mais porque é época de Natal, tu precisas achar outra pessoa pro meu lugar, e a Delal (a turca part-time) vai ter férias da universidade a partir desse dia."
Ele: "Obrigada por me dar o aviso com antecedência, mas fica tranquila, sem sentimentos ruins, seja feliz, e se um dia tu voltares, será um prazer te ter na equipe de novo."
Enfim, todo mundo me ama!
E se eu precisar voltar pra loja, de repente eu consiga.
E agora a gente pode viajar tranquilíssimos pra Alemanha, Itália, França e Espanha!
Sim, porque trocar de Cidade e de País não é pouca coisa para um ano.
E além disso, fazer isso com o namorado... é bastante mudança pra um ano só.
E teve o Rômulo completando o Mestrado, e teve a experiência interessante na loja... enfim, muitas coisas aconteceram pra gente esse ano.
E hoje, foi finalmente o dia em que eu pedi demissão!
Doeu menos do que eu estava esperando.
Quase não dormi a noite, repassando o meu discurso para o meu chefe... fui mais cedo pra loja, pra aprontar tudo antes dele chegar, pra ter tempo de conversar com ele antes da hora de abrir.
Bem, quando ele chegou eu estava com a loja pronta pra abrir, e disse pra ele que precisava conversar com ele.
Deus! Eu odeio pedir demissão! Mas é melhor isso do que ser demitido.
Ele me olhou e disse: "Que, tu tá saindo?"
E eu disse: "Sim, infelizmente a gente tem que fazer coisas na vida que não são apenas as que a gente quer... blá, blá, blá... eu preciso sair de Londres por algumas semanas, a partir do dia 17/12."
Ele: "Ok, você tem que fazer o que tem que fazer! Eu sabia que tu só estavas aqui por um tempo, mas tem sido um prazer trabalhar contigo, eu gosto muito de ti, blá, blá, blá... e só me diz o dia que tu queres sair."
Eu (surpresa com a reação dele): "Bom, eu posso ficar até o dia 14/12, ainda mais porque é época de Natal, tu precisas achar outra pessoa pro meu lugar, e a Delal (a turca part-time) vai ter férias da universidade a partir desse dia."
Ele: "Obrigada por me dar o aviso com antecedência, mas fica tranquila, sem sentimentos ruins, seja feliz, e se um dia tu voltares, será um prazer te ter na equipe de novo."
Enfim, todo mundo me ama!
E se eu precisar voltar pra loja, de repente eu consiga.
E agora a gente pode viajar tranquilíssimos pra Alemanha, Itália, França e Espanha!
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